O Ministério da Justiça divulgou dados mostrando que dez pessoas foram flagradas fazendo propaganda ilegal nos primeiros momentos da votação. Os casos mais comuns são aliciar eleitores e promover candidatos, o que é proibido até as 17h no dia da eleição.
O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) registrou dez ocorrências de crimes eleitorais em todo o país até as 10h deste domingo. A maior parte das infrações envolveu a prática de propaganda irregular, quando eleitores tentam convencer outras pessoas a votar em determinados candidatos ou realizam promoção indevida no dia da eleição.
A divulgação de propaganda eleitoral e a tentativa de aliciamento de eleitores são proibidas até as 17h (horário de Brasília). Os suspeitos flagrados cometendo a infração foram encaminhados a delegacias de polícia, onde podem permanecer detidos por até 24 horas para coibir a reincidência durante o horário de votação.
Dados rápidos sobre a fiscalização
- O Ministério da Justiça registrou exatamente 10 ocorrências até as 10h da manhã de domingo.
- Minas Gerais e Rio Grande do Sul lideram o número de casos reportados.
- Estados da região Nordeste também notificaram infrações eleitorais.
- Mais de 310 mil agentes de segurança estão atuando pelo país para garantir a ordem.
- O processo de votação segue dentro dos padrões de normalidade, segundo o governo federal.
Conforme o balanço prévio divulgado pelo governo federal, Minas Gerais e Rio Grande do Sul lideram o número de ocorrências registradas no início da manhã. Estados da região Nordeste também notificaram infrações eleitorais durante o período.
Segurança e normalidade do pleito
Para a segurança do pleito, o Ministério da Justiça conta com um contingente de mais de 310 mil agentes das forças integradas de segurança pública em atuação pelo país. A maior concentração do efetivo ostensivo está mobilizada na região Sudeste, maior colégio eleitoral brasileiro. Segundo o órgão, o processo de votação segue dentro dos padrões de normalidade.

A Crítica


